Operação Mute apreende 170 celulares em presídios do Rio Grande do Sul
Você já imaginou quantos objetos proibidos podem circular dentro de um presídio? Entre os dias 24 e 27 de novembro, três penitenciárias do Rio Grande do Sul se uniram em uma ação rigorosa para impedir a entrada desses materiais irregularmente. A Operação Mute, uma iniciativa nacional, realizou revistas gerais nas unidades de Porto Alegre, Charqueadas e Montenegro, envolvendo quase mil presos.
Nessas ações, as equipes apreenderam 170 celulares e diversos acessórios como carregadores, cabos USB, fones de ouvido e chips, todos encontrados em pontos estratégicos durante varreduras técnicas. Esses dispositivos, proibidos nas celas, podem ser usados para comunicação ilícita e colocar em risco a segurança das unidades.
Mais de 300 servidores participaram diretamente da operação, incluindo membros das forças especiais e setores de inteligência tanto do Estado quanto da União. Equipamentos específicos para detectar dispositivos eletrônicos foram fundamentais para o sucesso da operação.
O secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, enfatizou que a Operação Mute é parte importante do combate ao crime organizado dentro dos presídios, refletindo investimentos em tecnologia e pessoal. Para o superintendente Sergio Dalcol, o trabalho integrado entre órgãos de segurança potencializa os resultados dessas ações fundamentais para a segurança pública.
Essa operação mostra, de forma clara, como a união e o investimento em tecnologia ajudam a fortalecer a vigilância no sistema prisional, impedindo que aparelhos proibidos coloquem em risco a ordem e a segurança dentro das unidades.
