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INPC de 2025 indica reajuste abaixo da inflação para aposentadorias do INSS

INPC de 2025 indica reajuste abaixo da inflação para aposentadorias do INSS
  • Publicadojaneiro 9, 2026

Você já parou para pensar como o reajuste das aposentadorias impacta o seu poder de compra? Em 2025, o INPC, que corrige os benefícios do INSS pagos acima do salário mínimo, fechou em 3,90%. Esse percentual ficou abaixo da inflação oficial do país, medida pelo IPCA, que registrou 4,26%. Isso significa que quem recebe benefícios acima do piso nacional pode sentir uma perda no poder de compra.

Para 2026, o teto da Previdência Social deve subir de R$ 8.157,41 para R$ 8.474,55, mas esse reajuste ainda depende da publicação de uma portaria oficial do governo federal. Já para quem recebe um salário mínimo, o reajuste é automático, acompanhando a atualização do piso, que passou para R$ 1.621 em 1º de janeiro.

No último mês de 2025, o INPC teve alta de 0,21%, um aumento maior que o registrado em novembro. Os alimentos, que tinham apresentado queda em novembro, voltaram a subir em dezembro, enquanto os itens não alimentícios também tiveram aumento mais expressivo.

As variações de preços, no entanto, não foram iguais em todas as regiões. Porto Alegre teve a maior alta, influenciada pelo aumento da energia elétrica residencial e das carnes. Curitiba, por outro lado, registrou queda nos preços, puxada pela redução da energia elétrica e das frutas. Vitória foi a cidade com maior variação anual, principalmente devido aos aumentos da energia elétrica e do aluguel residencial.

O INPC é um índice criado pelo IBGE em 1979, que mede a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, focado no chefe assalariado. Já o IPCA, usado como referência geral da inflação, cobre famílias com renda de até 40 salários mínimos e as mesmas regiões geográficas. Entender essas diferenças ajuda a compreender como os reajustes impactam diferentes grupos da população.

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