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Caminhoneiros articulam paralisação nacional com adesão incerta

Caminhoneiros articulam paralisação nacional com adesão incerta
  • Publicadodezembro 3, 2025

Você sabia que caminhoneiros de diferentes partes do Brasil estão organizando uma paralisação nacional com início previsto para esta quinta-feira (4)? Essa mobilização ganhou força através das redes sociais e lideranças autônomas, como Franco Dal Maro, conhecido como Chicão Caminhoneiro, da União Brasileira dos Caminhoneiros (UBC), e o desembargador aposentado Sebastião Coelho. Eles protocolaram uma pauta de reivindicações na Presidência da República, pedindo mudanças no marco regulatório do transporte de cargas, estabilidade para autônomos e aposentadoria especial após 25 anos de atividade.

Dal Maro defende que a ação está dentro da legalidade, fazendo uso do direito de greve previsto na Constituição. No entanto, as principais entidades da categoria, como a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e a federação paulista FETRABENS, não reconhecem a paralisação e alertam para a necessidade de decisões coletivas e formais. A CNTTL, ligada à CUT, repudiou o uso indevido do seu nome e destacou possíveis interesses políticos por trás da mobilização.

Sem confirmação da adesão em todo o país, o impacto da paralisação ainda é incerto. Caso avance, pode provocar atrasos na logística e até risco de desabastecimento de combustíveis e alimentos, setores essenciais para a população. Os organizadores garantem que o movimento será pacífico e legal, mas o cenário permanece indefinido até a data marcada. Esse contexto reforça a importância do diálogo e da negociação para evitar prejuízos maiores para todos.

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