Whatsapp
Geral

Leite se diz pronto para liderar projeto nacional e afirma: “Não abracei nem Lula nem Bolsonaro”

Leite se diz pronto para liderar projeto nacional e afirma: “Não abracei nem Lula nem Bolsonaro”
  • Publicadomarço 3, 2026

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, reafirmou nesta segunda-feira (2) a intenção de disputar a Presidência da República pelo PSD e defendeu a construção de uma candidatura voltada à despolarização do país.

“Me sinto pronto para liderar um projeto nacional de despolarização do país. O Brasil precisa sair dessa polarização radicalizada que coloca brasileiros contra brasileiros”, declarou.

Ao buscar se diferenciar dos demais pré-candidatos da sigla, Leite afirmou que seu principal diferencial é a independência adotada nas últimas eleições presidenciais. “O que considero me dar um diferencial em relação aos meus colegas, pelos quais tenho muito respeito, é justamente a possibilidade de liderar uma candidatura independente, porque não abracei nas eleições de 2022 nem Lula nem Bolsonaro”, disse, referindo-se a Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro.

O governador gaúcho ressaltou ainda que mantém postura crítica em relação aos dois campos políticos que dominam o cenário nacional. “Sou um crítico, todos sabem disso, dos dois campos que polarizam a eleição e os processos eleitorais no Brasil e defendo um caminho alternativo. Inclusive, pagando o preço de enfrentar os dois campos. Se a gente apresenta um caminho alternativo, tanto a esquerda quanto a direita, eventualmente, estão aí nos atacando. Mas eu insisto neste caminho. Me sinto pronto, disposto, com energia para liderar esse processo”, afirmou.

Leite também destacou que a definição do candidato do PSD não dependerá apenas do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab. “A decisão do partido vai ser tomada não apenas pelo presidente Kassab, mas o presidente ouvindo todas as lideranças do partido. É isso que a gente vai intensificar ao longo dessas próximas semanas. Encontros, conversas, diálogos que permitam a gente entender, dentro do contexto político, da percepção do eleitor, qual é o nome que melhor poderá conseguir aglutinar um grupo da sociedade brasileira substancial o suficiente para levar essa candidatura ao segundo turno e vencer as eleições”, concluiu.

-+=